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Reflexão do Evangelho - Sábado, 25 de janeiro

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Reflexão do Evangelho – Sábado, 25 de janeiro Mc 16, 15-18 - Conversão do Apóstolo São Paulo                            Às portas da cidade de Damasco, para onde fora enviado, com o intuito de aprisionar os cristãos, Saulo, por causa de uma forte luz, fica como que cego. Uma cegueira espiritual, diz ele, o dominava e o impedia de contemplar a Verdade.     Momento culminante de um longo processo, em busca da justificação. Caído por terra, ele ouve uma voz, a voz de Cristo, que o interpela: “Saulo, Saulo, por que me persegues? ”. Ainda incrédulo e preso aos ensinamentos dos Doutores da Lei, ele replica: “Quem és tu, Senhor? ”. Palavras de um espírito confuso, cheio de dúvidas. Essa cena o marcou, profundamente. O Senhor, voz inesquecível, responde-lhe: “Eu sou Jesus de Nazaré, a quem tu persegues. Mas levanta-te.... Eu te escolhi do meio do p...

Reflexão do Evangelho - Domingo, 05 de janeiro

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Reflexão do Evangelho Domingo, 05 de janeiro Mt 2, 1-12 – Epifania do Senhor Eis que três príncipes estrangeiros estavam percorrendo as ruas da cidade santa de Jerusalém, pedindo informações sobre o “rei dos judeus”, que acabara de nascer. A surpresa é geral. Os comentários se multiplicam. Alguns ousam falar das promessas feitas a Abraão de que seus descendentes seriam numerosos, como as estrelas do céu, dos quais um seria o futuro Messias Nm 24,17). Herodes está exasperado. Já havia matado dois de seus filhos e estava prestes a matar o primogênito Antipater. Agora, uma nova ameaça parecia iminente: alguém, não pertencente à sua família, viria arrebatar-lhe o poder. Alheios a essas preocupações, os Magos só queriam saber onde é que deveria nascer o anunciado pela estrela. Os sacerdotes e escribas, após consultarem os profetas, apontam para a cidade de Belém. Herodes, cauteloso, pede-lhes que, ao descobrirem o local exato do nascimento, ele fosse c...

Reflexão do Evangelho - Abençoado Natal!

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Reflexão do Evangelho Abençoado Natal! “ Alegrem-se os céus, rejubile a terra!” (Sl 95,11). Nasceu-nos, da Virgem Maria, o Messias, o Filho muito amado do Pai celestial, que, sem deixar de ser Deus, se tornou verdadeiramente homem. Em seu amor infinito, Deus se dignou escolher uma família, humilde, trabalhadora, piedosa, de uma região simples, afastada dos agitados caminhos da história: o pequeno vilarejo de Nazaré. Lá, no carinho e no amor de uma família, certamente, deslumbrado com as montanhas azuis, as belas colinas e os campos cultivados dos arredores, viveu Jesus a maior parte de sua vida. . Com incrível alegria, S. Francisco de Assis celebra o Natal do Menino Jesus. Três anos antes de sua morte, no povoado de Greccio, pede a um homem chamado João, que lhe tinha grande amizade, para preparar a celebração do Nascimento de Jesus. Dizia-lhe: “Quero lembrar do Menino que nasceu em Belém, os apertos que passou e ver, com os próprios olhos, como Ele ficou, posto no pre...

Reflexão do Evangelho - Domingo, 8 de dezembro

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Reflexão do Evangelho Domingo, 8 de dezembro Jo 1, 1-18 Advento do Senhor: “A Palavra se fez carne”.         A voz do Evangelista. S. João soa como alguém clamando no deserto; suas inflexões e nuanças são vitais para os que o escutam. Ele entoa um hino ao preexistente da criação: “No princípio havia a Palavra, e a Palavra estava junto de Deus, e a Palavra era Deus. Ela existia, no princípio junto de Deus e tudo foi feito por meio dela e sem ela nada foi feito de tudo ( panta ) o que existe”. O Filho de Deus é o eternamente preexistente, fonte da graça e da verdade, por quem tudo ( panta ) foi criado, e para quem tudo existe. O termo grego panta , sem artigo, designa uma realidade única e plural, todas as coisas e, igualmente, cada uma delas. Dinâmica e fecunda, a criação, abençoada por Deus, não é uma imensa massa inerte e indiferente. Impelida pelo desejo insaciável do ser humano, criado à imagem e semelhança de Deus, ela se ref...

Reflexão do Evangelho - Domingo, 24 de novembro

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Reflexão do Evangelho Domingo, 24 de novembro Cristo, Rei do Universo – Lc 23,35-43         Ao longo da História, como se preanunciasse as transformações pelas quais iria passar, a Igreja proclamou a paz e, associada ao tema da vida, a liberdade e a sua conquista, pois o Espírito, como “o vento, sopra onde quer” (Jo 3,8). Num dos mais tormentosos períodos da vida da Igreja, tempo de perseguições externas e crises internas, século II, S. Irineu, Bispo de Lyon, “honrava seu nome, pois era pacificador, pelo nome e pela conduta”, escrevia Eusébio ( História Eclesiástica , V,70). Em sua exposição teológica, Irineu utiliza o termo “recapitulação”, para exprimir a harmonização, a síntese de todos os seres humanos, do primeiro ao último. Nesse sentido, Cristo recapitula a humanidade inteira, pois ninguém é excluído do seu plano salvador: todos são convocados por Ele à feliz e eterna comunhão com Aquele que semeou em nossa existência sinais do seu Amor ...

Reflexão do Evangelho - Domingo, 17 de novembro

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Reflexão do Evangelho Domingo, 17 de novembro Anúncio do fim dos tempos – Lc 21,5-19         Em nossas reflexões, meditávamos sobre a ação criadora de Deus, que, em sua infinita bondade, criou o homem à sua imagem e semelhança.           Muitos dos primeiros cristãos, os Santos Padres, escreveram, a esse respeito, verdadeiros tratados teológicos, como S. Gregório de Nissa. Outros, que viviam no deserto, os monges, apresentaram uma antropologia prática, que refletia a luta interior pela verdade do ser humano. Há aqueles, como S. Máximo, S. Simeão e Santo Agostinho, que apresentaram, em meio às lutas diárias de uma vida apostólica, sua caminhada mística para Deus.      Mergulhados em intensas reflexões teológicas, eles estão seguros de que é no próprio homem, desde que ele se reconheça pessoa humana, que estão presentes, em sua própria estrutura, o grande enigma da reflexão sobre sua vida espiritual e a abertura p...

Reflexão do Evangelho - Domingo, 03 de novembro

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Reflexão do Evangelho Domingo, 03 de novembro Comunhão dos Santos         Numa bela manhã de primavera, na planície, o Mestre fala aos Doze e “à grande multidão de pessoas provindas da Judeia e de Jerusalém, do litoral de Tiro e Sidônia”. Ainda, aos ouvidos de todos, soavam as palavras iniciais de Sua missão: “Convertei-vos e crede no Evangelho”. Com doçura e simplicidade, Ele escreve na alma de cada um deles, para além da insipidez casuística, o sentido supremo da Lei: justiça, misericórdia, plenificadas nas Bem-aventuranças. Seu coração, arrebatado pelo desejo de abraçar a humanidade toda inteira, expande-se ao anunciar o amor a Deus e a proeminência do amor ao próximo, amor comprometedor, fruto da relação harmoniosa com Deus e das pessoas entre si. Impossível ser neutro! Maravilhado, S. Gregório de Nissa exclama: “Eis a vida pura e sem mistura das bem-aventuranças!”. Anúncio, denúncia. Qual profeta dos últimos tempos, o Senhor prot...